Neste sábado, 27 de agosto, comemora-se o dia do Corretor de Imóveis.
A profissão surgiu no século XX, quando o desenvolvimento das cidades fez com que a comercialização de imóveis, por intermédio dos anúncios em jornal, se tornasse constante, passando a existir como forma de vida, como profissão, segundo informações do site Creci. O Corretor de Imóveis, nessa época, era conhecido como agente imobiliário.
O nascimento da categoria ocorreu na década de 30, durante o governo de Getúlio Vargas, quando foram criadas as primeiras leis trabalhistas. Nos anos 40 os Corretores de Imóveis faziam parte de uma categoria organizada e reconhecida por toda a sociedade. Os anos 80 foram marcados pela solidificação e organização da profissão do Corretor de Imóveis em todo o Brasil.
Ainda hoje podemos ver o profissional atuando em qualquer lugar do país como um realizador de sonhos, um facilitador de concretização de desejos. Sem ele, é impossível encontrar o imóvel que se busca e tão difícil quanto é fechar um contrato.
Para esse profissional que é tão importante e faz esse mercado não parar, nosso grande parabéns e agradecimentos especiais pela competência e dedicação de cada dia.
Como presente, deixamos aqui uma pesquisa que aponta o perfil do profissional no Brasil e também dicas sobre como agir nas redes sociais.
E mais uma vez mapas e internet interferem relações políticas.
Dessa vez, trata-se de uma estratégia do governo norte-americano. Basta passear por Nova Iorque através do Google Maps para percebermos que, curiosamente, algumas imagens estão borradas.
Curiosamente, alguns dos pontos que não estão bem visíveis no mapa são locais que correspondem à grandes serviços, como o terminal do aeroporto próximo de Buffalo, laboratórios de pesquisa nuclear e uma prisão de Elmira. Localizações de usinas nucleares e de empresas que trabalham com produtos químicos perigosos estão sigilosas no serviço.
Tudo indica que esses “borrões” pelos mapas não são à toa, e sim uma ação para prevenir novos ataques terroristas no país. Depois da tragédia do 11 de setembro mais famoso do mundo, o governo tem tentado diminuir as informações ao alcance dos terrroristas.
O mercado imobiliário do país cresceu, só no ano passado, 11,6%, valor equivalente a 4,1 pontos percentuais acima dos 7,5 do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. A notícia vem de uma pesquisa realizada pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ), baseada em dados do IBGE e da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
O ritmo de crescimento e é rápido. Essa aceleração acima do PIB provavelmente se manterá em 2011, com o setor crescendo 5,5% contra uma previsão do PIB abaixo de 4% (de acordo com o boletim Focus de ontem, o crescimento deve ficar em 3,96%).
De acordo com entrevista feita pelo jornal Valor Econômico com o presidente da Ademi-RJ, Conde Caldas, isso expressa a consequencia do aumento de crédito imobiliário, pois tal fato fz o mercado acelerar. De 2009 para 2010, o crédito imobiliário cresceu de R$ 49,6 bilhões para R$ 83,1 bilhões (67,5%). Especula-se que, em 2011, chegue a R$ 115 milhões, alta de 38,4%. Pela primeira vez na história, o número de unidades financiadas no ano foi além de um milhão, totalizando 1,052 milhão, enquanto em 2009 havia sido de 670 mil. Do total, no último ano, 631 mil unidades foram financiadas com recursos do FGTS e 421 mil pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). No primeiro trimestre de 2011, o total de imóveis financiados foi de 306 mil, e acredita-se que este número chegue a 1,2 milhão no ano.
Visualização de dados é uma área de atuação e pesquisa que tem crescido e evoluído rapidamente em todo o mundo.
Ter um amontoado de números e ter ideias para organiza-los a fim de facilitar sua compreensão vem se tornando a atividade de muitos profissionais e, claro, trazido benefícios para a sociedade.
Um ótimo exemplo de trabalho de visualização de dados recente é o batizado Geografia do Crime.
Idealizado pelo jornal Estadão, o projeto coloca em um mapa e com vários filtros um relatório divulgado pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. Ali é possível visualizar ocorrências de diversos tipos de crimes, por distrito policial. Os dados publicados são todos relativos ao segundo trimestre de 2011.
É curioso e útil o mapa. Podemos ver em qual região da grande cidade há mais registros de latrocínios, homicídios e até mesmo furtos.
Conheça o especial Geografia do Crime em São Paulo clicando aqui.
Vimos no post publicado aqui ontem uma iniciativa interessante do Rio de Janeiro que registra em um mapa quaisquer situações de perigo. O projeto do Disque Denúncia é idealizado pelos governantes locais, e não é qualquer região do país que tem trabalhos assim em ação, por enquanto. Se esse é o caso da sua cidade, eis aqui uma ótima solução para mapear as ameaças locais!
Já ouviu falar do Wikicrimes? A proposta é parecida com a do post anterior, contudo, este é um projeto que alcança todo o país, também de forma colaborativa.Concebido por Vasco Furtado, professor titular da Universidade de Fortaleza onde coordena a célula de Engenharia de Conhecimento, o site recebe inserções de crimes através de um mapa e apresenta estatística.Além disso, o WikiCrimes disponibiliza aplicativos para celulares e tablets(Apple e Android) para o acompanhamento constante dos registros.Colabore com informações sobre sua cidade e também acompanhe informações sobre furtos, roubos e demais situações desagradáveis para se manter mais seguro.Eis que as redes sociais começam a ser usadas no Brasil também com o objetivo de reduzir a violência nas cidades. Uma iniciativa muito interessante está sendo realizada no Rio de Janeiro aliando o Twitter e denúncias de situações de perigo.
Pelo site DDAlertaRio, do disque-denúncia do Rio de Janeiro (2253-1177), é possível verificar como está o quadro de segurança em cada região.
Som alto após as 22 horas, assaltos, má conservação de ruas, carro roubado, pessoas desaparecidas e até mesmo local com jogos de azar podem ser identificados através do mapa exibido no site.
Qualquer pessoa pode colaborar registrando alguma ocorrência, que será devidamente apurada pelos órgãos responsáveis.
Além de ter todas as ocorrências disponíveis para consulta através do mapa que contém diversos filtros, as alertras também são enviadas para o Twitter @ddalertario.
Veja abaixo um vídeo que explica melhor a iniciativa e apresenta uma entrevista com o coordenador do Disque-Denúncia.
A iniciativa em questão é ótima, contudo, apenas para o Rio de Janeiro. Em nosso próximo post você ficará sabendo como fazer esse tipo de denúncia através da internet.
Catástrofes ambientais, lamentavelmente, acontecem frequentemente, mas nem sempre temos noção da abrangência de cada acontecimento. Vemos números, estatísticas, mas no fundo é tudo meio vago para nós se formos tentar pensar como isso atinge diretamente nossa vida.
Mais complicado ainda na hora de pensar nessas consequencias quando pensamos em fatos que acontecem mais longe de nós. Por exemplo, pense naquele enorme vazamento de petróleo da British Petroleum, no Golfo do México… Difícil aproximar isso de nossa realidade, correto?
Para sensibilizar a todos foi criado o site If it was my home (em português seria algo como “e se fosse a minha casa”. Com um mapa, podemos ver a mancha de petróleo em sua cidade (que é identificada através do IP da sua conexão).
Além de simular o vazamento perto de onde você está, é possível também desviar a mancha para outros locais e fazer comparações. Por exemplo, o tamanho da tragédia alcançaria o Estado do Rio Grande do Norte praticamente inteiro e atingiria ainda Estados vizinhos.
Use o mapa, teste! É realmente incrível ver a proporção da tragédia, pois o mapa nos dá uma noção mais real do assunto.
O vídeo é inglês e, infelizmente, não tem legendas, mas vale a pena fazer um esforço para acompanhar a apresentação.
Trata-se de uma palestra de Chris Osborne, feita em uma conferência neste ano em Berlim. Representando a ITO World, respeitada empresa que trabalha com crowdsourcing.
No vídeo a seguir, Chris faz uma impressoionante apresentação mostrando fatos da nossa história através do Open Street Map e, por consequência, traz grandes reflexões a respeito do ambiente em que vivemos atualmente.
Como a internet chega até nós, afinal? Como é a estrutura que garante seu funcionamento em tantos lugares do mundo? Pensando um pouco nesse sistema de telecomunicações foi criado um mapa que mostra toda a distribuição de cabos submarinos que são usados para o acesso à internet.
O projeto do programador Greg Mahlknecht exibe praticamente todos os cabos de telecomunicações que funcionam abaixo da água para a o transporte de informações. Vários detalhes sobre a quantidade de cabos estão acessíveis agora.
Para a elaboração do mapa o programador usou apenas dados gratuitos, começando por informações sobre o tema na Wikipedia. A partir desse start, foram usados sites de companhias responsáveis pela distribuição de cabos e outras fontes.
A ambição do trabalho é ter um mapa mais completo que o da Telegeography.com, que cobra US$250 de quem deseja ter acesso a um mapa de todos os cabos submarinos do mundo.
Os dados podem ser acessados sob a licença GPL (General Public Licence) e a ferramenta estará recebendo constantes atualizações: www.cablemap.info
Lugar de arte não é só em museu e galerias de exposição. As ruas, praças, casas e quaisquer outros espaços também são usados para as mais variadas manifestações artísticas.
Com inspiração na arte que é registrada nas ruas, foi criado o projeto “Arte Fora do Museu”. Trata-se de um site que mapeia todas as artes encontraadas nas ruas de São Paulo.
A ideia, que recebe apoio da Bolsa Funarte (Fundação Naional de Artes) de Reflexão Crítica e Produção Cultural para Internet, exibe em um mapa as obras que “passam despercebidas por já fazerem parte da paisagem”. Para isso, está em ação a API do Google Maps para que seja possível marcar esculturas, pinturas, grafites e outros registros.
Além de tudo ainda é possível filtrar as artes pelo mapa, por exemplo, buscando apenas obras de Niemewer.
Conheça o “Arte Fora do Museu”, idealizado pelos jornalistas Felipe Lavignatti e Andre Deak.